12 de janeiro de 2010

Virtualização evita falhas, diz pesquisa


    
     Uma pesquisa elaborada pela VMware apontou que a segurança de dados é uma das vantagens do processo de virtualização para pequenas e médias empresas.

     Segundo o estudo, os aspectos que apresentaram os melhores resultados foram o de tempo utilizado em tarefas administrativas de rotina em TI, com 73% de eficiência, e eficácia de aplicação, com 71%.
     Além disso, a habilidade para responder às mudanças de negócios necessárias, backup e proteção de dados e as taxas de rentabilidade e crescimento também alcançaram bons índices com 68%, 67% e 67% respectivamente.


     “A implementação da virtualização pode aumentar significativamente a prevenção e recuperação de falhas, proporcionando a manutenção das operações nas empresas.”, afirma Joe Andrews,gerente de grupo para marketing de produtos da VMware.

     A pesquisa aponta que 33% da empresa já sofreram com falhas nos datacenters nos últimos dois anos. Além disso, 62% dos entrevistados dizem ter perdido vendas ou clientes por causa de perda de dados.

     “Donos de pequenas e médias empresas sabem que os clientes são prioridades. No entanto, parecem não entender completamente os riscos causados por problemas com dados junto ao relacionamento com, seus clientes”, diz Andrews.

     Uma das tendências apontadas mostra que as maiores preocupações dos empresários estão divididas entre melhora da segurança e backup de dados.
     A pesquisa VMware PMEs foi realizada online entre 309 executivos seniores e gerentes de TI de empresas que possuem entre 20 e 1.000 funcionários nos EUA e Canadá.


Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ti/virtualizacao-evita-falhas-diz-pesquisa-11012010-34.shl





Lenovo ataca mercado de smartphones com LePhone


     O pacote de atrações que a Lenovo carregou para a CES mostrou que a fabricante aterrisou em Las Vegas decidida a chamar a atenção. O LePhone, seu primeiro smartphone, é uma prova disso.


     A brincadeirinha com o nome do smartphone lembra um velho conhecido nosso. Apesar da sutil falta de criatividade para o batismo, a empresa caprichou em alguns detalhes do produto.


     O primeiro deles, que já espantou quem leu o post do U1 Hybrid, é uma espécie de tampa que torna o teclado físico (realmente) opcional. Ou seja, dá para remover o celular dessa tampa e utilizar apenas o teclado virtual direto na tela sensível ao toque de 3,7 polegadas.


     O LePhone vem com processador Qualcomm Snapdragon, de 1 GHz, e câmera de 3 MP. Ele possui Wi-Fi, sistema A-GPS e bateria removível. E, pra variar, o smartphone da Lenovo também é devoto do sistema operacional Android.



Os preços ainda não foram revelados. Mas, ele desembarca na China já em maio.


Fonte:http://info.abril.com.br/noticias/blogs/gadgets/smartphones/lenovo-ataca-mercado-de-smartphones-com-lephone/

 





11 de janeiro de 2010

As dicas sobre recuperação de desastres


      Discutiremos aqui os critérios que gerentes de TI de uma empresa devem usar para tomar decisões eficazes de sourcing de recuperação de desastres.
 
Considerações básicas


- Pressões contínuas da gerência senior para melhorar a presteza da recuperação em épocas de orçamentos restritos estão obrigando várias companhias a avaliar todas as alternativas de serviço dos datacenters para diminuir o custo e os riscos de recuperações recorrentes.

- A forte competição entre fornecedores de recuperação de desastres (da sigla em inglês DR) está causando a redução do preço de serviços para clientes que optarem por avaliar as alternativas de serviço antes da expiração dos seus contratos atuais.

- Quanto mais diversificada for a plataforma (por exemplo, combinações de séries Z e P da IBM, junto com a herança de sistemas de médio porte, Unix, Linux e Windows), mais provável será que o uso contínuo de serviços de fornecedores de recuperação represente a abordagem mais realista para manter uma política de atenuação de riscos coerente.

O QUE VOCÊ PRECISA SABER


     Nos últimos três anos, o Gartner viu diversos clientes fazendo análises de serviços de DR muito antes de seus contratos expirarem. Isso é cada vez mais comum porque fornecedores exigem saber (com até seis meses de antecedência) se o contrato de serviço será mantido ou acabará. Se uma empresa escolhe a segunda opção, é importante garantir que o processo de transição do antigo para o novo fornecedor está definido e pode ser executado prontamente.

     Devido à inerente complexidade das aplicações de web e dos contínuos efeitos da mudança de data centers, a necessidade de um maior período de teste também se inclui nos critérios essenciais de uma análise de alternativas, principalmente para a avaliação de alternativas de serviço sob demanda e exclusivo.

ANÁLISE

     Nos últimos cinco anos, várias alternativas de sourcing de DR e tecnologias de datacenter emergentes, como a virtualização de servidores e a computação em nuvens privadas, se tornaram acessíveis. Essas e outras alternativas diminuíram as barreiras de investimento e operação para o uso de replicação disco-a-disco, além de terem facilitado escolhas de serviços específicos.

     Mais importante, entretanto, é o fato de muitas companhias acreditarem que um período de testes mais longo é necessário para que a TI ofereça garantia de melhores recuperações para complexos serviços e aplicações online. Isso ocorre porque complexos aplicativos online exigem um nível mais alto de testes de dependência de software e dados, principalmente devido ao acelerado ritmo das mudanças dos datacenters. Contudo, o período de teste mais longo representa mais gastos (o custo diário desses testes, dependendo da configuração, fica entre 2.500 e 5 mil dólares) e frequentemente não está disponível. Caso não haja disponibilidade, é aconselhável agendar um período de teste com meses de antecedência.

     Devido a essas exigências de mudança, um número cada vez maior de empresas está iniciando avaliações de alternativas de DR antes de seus contratos atuais de serviço de DR expirarem. Essa prática é cada vez mais comum porque precisam avisar seus fornecedores com antecedência se pretenden ou não renovar o contrato. Se uma companhia decide interromper o serviço, é fundamental assegurar que o processo de transição de um fornecedor antigo para um novo está definido e coerente.

     Porém, simplesmente avaliar alternativas de serviços internos, hospedados ou baseados na nuvem não implica a redução do custo de gerenciamento. Também é importante garantir que os critérios corretos estão orientando a avaliação. Esses critérios incluem:

- Disponibilidade continua de data center para recuperação.

- Disponibilidade e configuração de equipamentos de infraestrutura de TI necessários (por exemplo., servidor, armazenamento e rede).

- Suporte para failover (acesso automatizado a servidores somente quando necessário) de serviços de rede rápido, se necessário.

- Disponibilidade e reativação de aplicação de produção em um prazo condizente com metas de RTO e RPO.

- Disponibilidade de dados de produção em um prazo condizente com metas de RTO e RPO.

- Resultado de testes de recuperação condizentes com metas de RTO e RPO.

     Realmente existe a possibilidade de um determinado fornecedor ser a escolha claramente mais apropriada.
     Entretanto, é mais provável que seja necessário mais de um fornecedor para aprimorar efetivamente o gerenciamento de recuperação. Por exemplo, um fornecedor hospedeiro externo pode ser a escolha lógica para o caso de disponibilidade de data center contínua; um fornecedor direto de equipamentos é a alternativa mais adequada para equipamentos de infraestrutura de TI; o uso simultâneo de múltiplos fornecedores de telecomunicações é a melhor opção para failover de serviços de rede rápido, assim como para gerenciamento de testes, já que dispõe de profissinais com conhecimento prático das aplicações corporativas e da prioridade de recuperação de dados, além de comprenderem melhor quais os níveis de teste de recuperação eficazes e coerentes.

     Ao mesmo tempo, o Gartner descobriu que a mescla de plataformas de computação internas pode muitas vezes desempenhar um papel essencial para a determinação da abordagem mais viável. Em conversas com clientes, descobrimos que quanto mais diversificada é a mescla de plataformas, mais fácil será definir qual o fornecedor mais apropriado para o caso. Isso ocorre porque a tarefa de fornecer hardware para sistemas de médio e grande porte, além de gerenciamento de data center para recuperação, não é viável para muitas empresas, o que torna a abordagem tradicional de serviços separados de recuperação de desastres muito mais prática.

Recomendações

- Determine as mudanças de serviço e infraestrutura necessárias para alcançar metas de tempo de recuperação (da sigla em inglês RTOs) e metas de ponto de recuperação (da sigla em inglês RPOs) de 24 horas ou menos para as aplicações mais importantes, caso ainda não tenha feito isso.

- Antes da expiração do seu contrato atual de DR, analise alternativas de serviço e fornecedor para descobrir qual a melhor opção para gerenciar os níveis de serviço de recuperação exigidos.

- Gerencie o gasto de recuperação de desastres para assegurar que a infraestrutura, os processos e os recursos humanos necessários para atingir e manter as metas de RTO e RPO das aplicações mais importantes estão disponíveis.

      Por outro lado, quanto mais homogênea for a plataforma (por exemplo, Windows e Linux), mais diversificados serão os fornecedores apropriados, incluindo os do tipo hosting, colocation e (até certo ponto) computação em nuvem e armazenamento na nuvem. Isso ocorre porque o preço do serviço de sourcing é muito menor para o hardware básico devido ao maior número de alternativas de serviço competitivas. Além disso, o crescente uso da virtualização de servidores pode significar também que um número expresivamente menor de servidores físicos será necessário no local de recuperação para manter a carga de trabalho de uma aplicação específica. Independentemente do quão diversificado é o ambiente de computação corporativo, certos temas devem sempre orientar as decisões de sourcing. Eles são:


- A escolha de sourcing basicamente precisa oferecer os meios pelos quais níveis de serviço de RPO e RTO efetivos e previsíveis de aplicações fundamentais são definidos e mantidos.

- O Gartner recomenda que empresas utilizem pragmaticamente a regra 80/20 para garantir que os atuais orçamentos de DR são destinados ao suporte de infraestrutura, processos e recursos humanos necessários para atingir as metas de RTO e RPO pelo menos das aplicações mais importantes.

- Independentemente da estratégia de sourcing que uma companhia decida implementar, a equipe de TI interna continuará com a responsabilidade de definir a estratégia de sourcing de DR, assegurando que o conteúdo do programa de suporte está atualizado e gerenciando o exercício de planos. Estas responsabilidades se somam (e não excluem) à de gerenciar a qualidade da entrega do serviço do fornecedor.

     Idealmente, a escolha de sourcing deveria ser baseada em um combinação sensata de critérios econômicos, de eficácia e de eficiência, além de tecnologia específica do fornecedor e vantagens e desvantagens do gerenciamento de operação.

Diretrizes táticas

- Use (ou continue usando) servidos de fornecimento de DR se sua plataforma de computação de produção é diversificada e inclui equipamentos de diferentes fabricantes ou se o tempo de recuperação de que você precisa é de dois ou mais dias e a maior parte da sua mídia de backup é fita magnética.

- Considere o uso de uma estratégia multisourcing de gerenciamento de DR se dispuser de um alto conhecimento de suporte interno e relações de confiança com fornecedores para efetivamente gerenciar serviços de vários fornecedores, especialmente em casos reais de desastre.



Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/corporate/gartner/as-dicas-sobre-recuperacao-de-desastres-11012010-28.shl

E-reader da Plastic Logic tem nome em português


     Surge mais um e-reader, com a diferença de que este faz honras ao Brasil. É o Que, da Plastic Logic, que por enquanto se pronuncia como a letra “Q” em inglês, mas no futuro a pronúncia irá mudar para o “Quê” brasileiro, segundo sites americanos. Outra diferença não menos importante é que ele é touchscreen, na linha de outros e-readers da Sony e um avanço em relação ao criticado teclado do Kindle.

     Além do touchscreen, o Que tem o preço superior à média (649 dólares), pois ajusta o conteúdo à sua forma para ajudar a leitura.  
     Mas seus donos devem prestar atenção para baixar arquivos em que o texto é ajustável, e não uma simples imagem que apenas poderia ser redimensionada.

     O Que tem tela de 10,7 polegadas para exibir melhor jornais e revistas, e apenas 0,3 polegada de largura. Isso o faz mais leve que um jornal.
     O e-reader tem dois modelos, um com 4GB de RAM e Wi-fi e outro de 8GB, Wi-fi e 3G e ainda está sem previsão de preço ou lançamento. Parece que o mais interessante a seu respeito acaba sendo o nome mesmo

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/blogs/gadgets/miscelanea/e-reader-da-plastic-logic-tem-nome-em-portugues/

Patch Tuesday de janeiro não corrigirá bug que pode travar Windows 7

     O Patch Tuesday, pacote de correções mensais da Microsoft que será lançado nesta terça-feira (12/1) irá trazer apenas uma atualização de segurança, que corrige uma única vulnerabilidade do Windows. O problema é que a empresa afirmou que não tem ainda uma correção para a falha do Windows 7, tornada pública dois meses atrás, e capaz de travar o sistema operacional.
     A atualização a ser liberada conserta uma vulnerabilidade tida como “crítica” – o nível mais sério do sistema de classificação da Microsoft – no Windows 2000. Esse bug também afeta o Windows XP, o Vista e o Windows 7, bem como o Windows Server 2003, Server 2008, e Server 2008 R2, mas nessas versões o risco é classificado como “baixo”.

     Sobre o tipo de bug a ser corrigido, “a primeira coisa que vem em mente, em relação aos novos sistemas, é uma vulnerabilidade de negação de serviço e, no Windows 2000, uma brecha para execução de código remoto”, disse o diretor de operações de segurança da nCircle Network Security, Andrew Storms.

Risco baixo

     A Microsoft minimizou o risco potencial, mesmo para usuários do Windows 2000. “O índice de exploração dessa falha não será alto, o que diminui o risco geral”, afirmou Jerry Bryant, um porta-voz da Microsoft, em comentário publicado nesta quinta-feira no blog da empresa para temas de segurança.
     Storms vê com bons olhos a carga leve da atualização de terça-feira, que sucede diversos meses de atualizações múltiplas: a Microsoft atingiu um recorde em outubro, quando publicou correções para 34 vulnerabilidades em 13 atualizações separadas. “É bom ter um mês leve, especialmente com a questão das vulnerabilidades da Adobe”, disse Storms, referindo-se a um bug na tecnologia PDF da empresa, que também deve ser corrigido em 12/1.

     A Adobe, que em meados de julho prometeu liberar correções de segurança para o Reader e o Acrobat a cada trimestre, também vai corrigir falhas nesta terça-feira. A Adobe publicou sua própria notificação “pré-correção” nesta quinta-feira, mas como é de praxe recusou-se a detalhar quantas vulnerabilidades, além das que já são exploradas pelos crackers, serão corrigidas.

Para depois

     A Microsoft, por sua vez, decidiu adiar uma correção, o que já foi confirmado por Bryant: a empresa não vai consertar uma espantosa vulnerabilidade de negação de serviço, detectada no Windows 7 e no Windows Server 2008 R2. “Ainda estamos trabalhando em uma correção”, disse.

     Em meados de novembro, a Microsoft confirmou que o bug no Server Message Block (SMB), um protocolo criado pela empresa para compartilhamento de arquivos e de impressoras, poderia ser usado por crackers para comprometer computadores com Windows 7 e Windows Server 2008 R2. A Microsoft alega que a vulnerabilidade não pode ser usada para invadir PCs.
     A falha do Windows 7 foi descoberta primeiro pelo pesquisador canadense Laurent Gaffie em 11/12, um dia depois que a Microsoft publicou as correções daquele mês. Gaffie publicou um código de ataque como prova de conceito em uma lista de discussão de segurança. De acordo com o pesquisador, a exploração da falha causa o travamento do Windows 7 e do Server 2008 R2 de tal maneira que a única coisa a fazer é desligar manualmente os computadores.

     “De uma perspectiva de relações públicas, eu esperaria que a Microsoft consertasse o bug do SMB este mês”, disse Storms. “Por outro lado, não ficaria surpreso se isso não ocorresse, já que é apenas um bug de negação de serviço”.

     A previsão é que a Microsoft libere sua atualização de segurança em 12/1 aproximadamente às 16 horas (horário de Brasília).


Fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/01/11/patch-tuesday-de-janeiro-nao-corrigira-bug-que-pode-travar-windows-7/

Vídeo: Confira o que bombou no CES 2010

     Neste ano, o evento trouxe novidades como computadores ultraportáteis com telas touch, TVs com tecnologia 3D e computadores tablet.

     O maior evento de tecnologia do mundo, o Consumer Electronics Show 2010, terminou neste domingo, em Las Vegas, nos Estados Unidos. A exposição, a primeira depois da crise econômica que freou a indústria em 2009, trouxe várias novidades e produtos inovadores



Fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/01/11/video-confira-o-que-bombou-no-ces-2010/

Oracle divulga correções de segurança para banco de dados

     Pacote que corrige vulnerabilidades também abrange servidor de aplicações e outros aplicativos da  companhia.

     A Oracle lança nesta terça-feira (12/01) um pacote com 24 correções de segurança para seu banco de dados, servidor de aplicações e outros produtos da companhia.
     Dez das atualizações afetam o banco de dados da Oracle, sendo que duas das vulnerabilidades corrigidas permitem que haja exploração remota do banco de dados por meio de uma rede sem a necessidade de usuário e senha.

     O servidor de aplicações contará com três correções de vulnerabilidades que também permitem a entrada no sistema sem usuário e senha. Elas afetam o servidor de gerenciamento de identidade e o repositório de componentes J2EE.
     As outras correções atingem os aplicativos E-Business Suite, PeopleSoft, JD Edwards, JRockit e Primavera.

Para obter informações e baixar o pacote de correções, os profissionais devem acessar o site da Oracle.

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/01/11/oracle-divulga-correcoes-de-seguranca-para-banco-de-dados/







Aumente a segurança da sua rede sem fios

     Se você usa internet sem fio, fique esperto! Alguém pode roubar seu sinal e te colocar em grandes problemas, já que não se sabe para quais fins a outra pessoa está navegando pela web. Se você quer proteger sua rede, fique ligado nas várias dicas que separamos aqui.



     Este outro vídeo te mostra um roteador que funciona à base de energia solar. Aprenda a montar uma rede   sem fios aqui e descubra qual é a melhor localização para o seu roteador neste vídeo.


Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=8585&/AUMENTE+A+SEGURANCA+DA+SUA+REDE+SEM+FIOS

Adobe corrige erros de segurança no Illustrator

     Conforme prometeu no início de dezembro, a Adobe disponibilizou na última sexta-feira, 08, um pacote de segurança para corrigir vulnerabilidades críticas nas versões CS4 e CS3 do Illustrator para os sistemas operacionais Windows e MacOS X.

     A falha nos softwares da companhia permite a ativação de códigos maliciosos no computador do usuário. Para atualizar as versões, o internauta precisa acessar o site da Adobe e seguir as instruções geradas pela companhia.

     Na próxima terça-feira, 12, usuários dos aplicativos Reader 9.2, Acrobat 9.2, Reader 8.1.7 e Acrobat 8.1.7 poderão atualizar suas versões para corrigir outras falhas de segurança.


Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/digital_news/noticia.php?id_conteudo=10321&/ADOBE+CORRIGE+ERROS+DE+SEGURANCA+NO+ILLUSTRATOR

Android App Store é alvo de crackers


     A Android App Store , loja de aplicativos do sistema Android, foi alvo do ataque dos cibercriminosos que conseguiram inserir um programa responsável por roubar dados dos usuários.

     O aplicativo, publicado em nome da First Tech pelo usuário Droid09, se apresentava como um software bancário utilizado para consulta de extratos e outras informações. Ao instalar o código, os usuários são levados a colocar dados de login enviados remotamente para os criminosos.

     Em comunicado oficial, a First Tech afirmou que não é responsável pela criação do aplicativo.
     De acordo com o Google, o software foi rapidamente identificado e banido do banco de dados. Os usuários que baixaram o programa devem apagá-lo o quanto antes de seus aparelhos, além de mudar suas senhas bancárias.
 
     O incidente poderá acarretar mudanças no sistema de aprovação dos programas publicados na Android App Store.


Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/digital_news/noticia.php?id_conteudo=10331&/ANDROID+APP+STORE+E+ALVO+DE+CRACKERS
 
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